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07/10/2015 - 20h35

Dança das cadeiras das Séries A e B segue mesmo ritmo. Confira!

A "cultura" da frequente troca de técnicos que assola o futebol nacional vem proporcionando uma situação para lá de inusitada nesta temporada. A oito rodadas do fim de suas respectivas divisões, as Séries A e B estão praticamente equivalentes no número de mudanças de comando.

Com a chegada de Doriva ao São Paulo, a elite do futebol nacional conseguiu "desempatar" a disputa acirrada: são 26 trocas de comando, contra 25 da Segundona. O empate durou apenas algumas horas, devido à demissão de Sergio Soares do Bahia.

Além da rotatividade, as duas séries têm outra característica em comum: técnicos que passam por mais de um clube durante a competição. Se Doriva irá para seu terceiro clube (antes, treinou Vasco e Ponte Preta), nomes como Lisca, Gilmar Dal Pozzo, Marcelo Cabo e Josué Teixeira também comandaram mais de uma equipe.

O LANCE! aponta a partir de agora todas as 25 trocas da Série B do Brasileirão. Mas não perca a conta!

BOTAFOGO

Quem disse que liderança é sinônimo de manutenção de comando? Mesmo com o Fogão na ponta da Série B, René Simões não resistiu à eliminação da equipe para o Figueirense na Copa do Brasil. O Glorioso recorreu a Ricardo Gomes, que segue no clube.


VITÓRIA

A mudança de comando no Vitória também ocorreu em virtude de outras competições. Colecionando três eliminações (no Campeonato Baiano, Copa do Nordeste e Copa do Brasil) em apenas 11 partidas à frente da equipe, Claudinei Oliveira teve sua saída sacramentada após a segunda rodada da Série B. Vagner Mancini desembarcou no Barradão, e fez o Leão ascender na busca pelo acesso.

SANTA CRUZ

Mesmo chegando à Série B com moral após a conquista do Campeonato Pernambucano, Ricardinho não resistiu a uma série de cinco jogos sem vencer. A diretoria investiu no retorno de Marcelo Martelotte ao clube.

BAHIA

Campeão baiano, Sergio Soares deixou o comando do Bahia na última terça-feira, após o empate com o Paysandu. A cúpula do clube decidiu efetivar Charles Fabian até o final da Série B.

NÁUTICO

A série de maus resultados do Náutico que tirou a equipe do G4 custou o emprego de Lisca. Gilmar Dal Pozzo foi escolhido como seu substituto.

SAMPAIO CORRÊA


Proporcionou a primeira mudança de comando da competição. Após comandar interinamente o primeiro jogo, Arlindo Maracanã deu lugar a Léo Condé, que chegou amparado por ter levado a Caldense ao vice-campeonato mineiro.

BRAGANTINO

Osmar Loss deixou o comando do Bragantino após a equipe sofrer sua terceira derrota consecutiva na Série B. Coube a Wagner Lopes assumir o cargo de treinador da equipe.

CRB

O início oscilante do CRB na Série B causou a demissão de Alexandre Barroso. A diretoria decidiu apostar em Mazola Júnior para a sequência da competição.

ATLÉTICO-GO

O Atlético-GO viu três técnicos diferentes passarem pelo clube. O início da Série B ocorreu sob o comando de Marcelo Martelotte, que acabou demitido para a entrada de Jorginho. Porém, seu sucessor durou apenas nove jogos, e fez a diretoria efetivar Gilberto Pereira.

PARANÁ

O Paraná já parte para sua terceira mudança de treinador na Série B. Após começar a competição com Nedo Xavier, Fernando Diniz comandou a equipe por 17 partidas. Atualmente, Fernando Miguel está interinamente como técnico do clube.

CRICIÚMA

Também partirá para seu terceiro técnico da competição. Moacir Júnior e Petkovic comandaram a equipe anteriormente, e Luizinho Vieira ocupa o cargo interinamente no momento.

MACAÉ

Após ver Marcelo Cabo sair do clube para comandar o Ceará, o Macaé recorreu ao velho conhecido Josué Teixeira para a sequência da Série B.

CEARÁ

A fase delicada na Série B é refletida na rotatividade no Ceará. Nada menos que quatro técnicos diferentes já passaram pelo clube: Silas, Geninho, Marcelo Cabo e, agora, vai recorrer a Lisca.

ABC

A rotina de troca de comando também se estende ao ABC. Somente nesta Série B, desembarcaram no Frasqueirão os técnicos Josué Teixeira, Gilmar Dal Pozzo, Toninho Cecílio e, mais recentemente, Hélio dos Anjos.

BOA ESPORTE

Atualmente na penúltima colocação, o Boa Esporte teve três mudanças no comando. Ney da Matta, Moacir Júnior, até a chegada de Nedo Xavier.

MOGI MIRIM

O cargo de treinador do Mogi Mirim foi marcado pela instabilidade. Edinho durou 23 dias e deu lugar a Ailton Silva, que durou cinco jogos. Em seguida, Sergio Guedes fez 17 partidas, mas foi demitido e deu lugar ao atual técnico, Márcio Goiano.









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