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30/03/2017 - 09h21

Sob comando de Tite, seleção brasileira passa por metamorfose e retoma a confiança

DOUGLAS MAGNO/AFP

Nos nove meses mais recentes a seleção brasileira viveu transformação de raras proporções. Com 33 pontos em 14 jogos nas Eliminatórias Sul-Americanas, garantiu matematicamente a vaga para a Copa da Rússia após vencer o Paraguai por 3 a 0 e contar com derrota do Uruguai para o Peru por 2 a 1 na terça-feira, 28. O receio do País de não ver a equipe classificada, em junho do ano passado, era real. Sob comando de Dunga, o Brasil tinha campanha pífia nas Eliminatórias: duas vitórias, três empates e uma derrota, 11 gols marcados, oito sofridos, 50% de aproveitamento e a 6ª colocação, fora da zona de classificação.

O péssimo futebol, desorganizado taticamente e com problemas de desempenho individual, tinha sido responsável por eliminações vexatórias da Copa América 2015 diante do Paraguai e na 1ª fase da Copa América Centenário 2016, num grupo com Peru, Paraguai e Haiti.

A mudança começou em 14 de junho, quando a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu demitir Dunga e o coordenador Gilmar Rinaldi. Tite se desligou do trabalho de sucesso no Corinthians, assumiu a seleção e o que se viu foi uma célere metamorfose baseada em meritocracia nas convocações, competência tática, estudo e capacidade de liderança. Sob novo comando, o Brasil entrou oito vezes em campo pelas Eliminatórias. Ganhou todos os jogos, somando 24 pontos. Apenas com essa pontuação seria líder. Fez 24 gols e sofreu dois. Um time compacto, intenso, preparado para jogar com coesão tática entre os setores e usando as individualidades — Neymar é o grande exemplo — como parte de uma engrenagem coletiva dominante. Todos têm tido destaque, mas alguns em especial, casos de Casemiro, Paulinho e Renato Augusto.

A seleção só volta a jogar em junho, em amistosos contra Argentina e Austrália, dias 9 e 13, respectivamente. A equipe está fora da Copa das Confederações, que reúne os melhores de cada continente, justamente devido ao fiasco na Copa América de 2015.

A meta nos próximos 15 meses até a Rússia, de acordo com Tite, é “consolidar a equipe”. E não se deixar levar pelo otimismo que tomou conta dos torcedores, carentes há anos de um futebol digno. (Fernando Graziani)

> TAGS: tite seleção
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