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11/03/2017 - 12h33

Testes em Barcelona não mudam hierarquia da Fórmula 1

Os oito dias de treinamentos no circuito de Montmeló, que terminaram nesta sexta-feira, não deram lugar para nenhuma surpresa e colocaram a Mercedes, seguida por Ferrari e RBR, como favoritas para a temporada de 2017 da Fórmula 1, que começa em duas semanas, na Austrália.

Assim como no ano passado, a Ferrari de Kimi Raikkonen fez o melhor tempo dos testes. O finlandês cravou 1 minutos, 19 segundo e 634 milésimos, na manhã desta sexta-feira, com pneus supermacios, 4 segundos e 1 décimo mais rápido que o melhor tempo de 2016.

As novas regras deixaram os carros mais rápidos, mas ainda é cedo demais para dizer se o novo formato dos automóveis, mais largos e compridos, pode revolucionar a categoria.

"A Mercedes privilegiou claramente a quantidade, em vez da qualidade, no que se refere ao número de voltas. Ainda assim, não estão tão longe da Ferrari", resumiu um responsável técnico da Force India.

Na temporada passada, os alemães melhoraram os tempos nos treinamentos de inverno em quase dois segundos, enquanto a Ferrari não progrediu.

Ainda que o domínio da escuderia de Toto Wolff, terceiro melhor tempo com o finlandês Valtteri Bottas, não deveria ser questionado, as sessões de treinamento alimentaram as esperanças dos amantes da F1, que desejam ver mais paridade.

- Sobriedade da RBR -

A liberdade de testes oferecida pela nova regulamentação técnica, associada a autorização para desenvolver os motores durante a temporada, devem permitir mudanças no grid de largada.

A pressão parece estar mais sobre a Ferrari do que a RBR, que superou a escuderia italiana no Campeonato de Construtores de 2016.

"É complicado estabelecer uma hierarquia porque não sabemos a quantidade de combustível utilizado pelos outros times", afirmou Max Verstappen, piloto da Red Bull.

"Os carros são recentes e ainda podem sofrer mudanças. Pode ser que a gente encontre um caminho que nos faça progredir muito", lembrou o mais jovem vencedor de GP da história, com 18 anos.

A escuderia de Dietrich Mateschitz conta com o emblemático diretor técnico Adrien Newey, que quer recuperar o brilho que levou a equipe e os pilotos a vencerem os títulos entre 2010 e 2013.

Em Barcelona, a diferença visual dos carros para os rivais ficou nítida, já que a RBR usou modelos mais simples que Ferrari e Mercedes, que equiparam-se com elementos extravagantes.

- McLaren sumida -

"Acho que tentar introduzir uma cara de velocidade aumentando as asas dianteiras e o bico dá a impressão de 'carros loucos'", explicou Newey.

"Veremos surgir novas peças, mas queríamos ver o carro limpo primeiro, para entender o que temos nas mãos", confessou o diretor da RBR.

"A Ferrari trabalhou neste aspecto, enquanto a Mercedes avançou nos difusores", alertou um engenheiro da Sauber.

Longe dessa briga, a McLaren continuou numa luta particular contra si próprio, nesta sexta. O espanhol Fernando Alonso parou duas vezes na pista e o rendimento do carro está quase quatro segundos mais lento que os melhores tempos.

(AFP)

> TAGS: fórmula 1
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