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19/01/2015 - 17h23

Equipe Marussia pode retornar à Fórmula 1 em 2015

O chefe da Marussia, John Booth, está confiante na restauração da equipe para a temporada 2015 da F1. Para Booth, a equipe de Branbury pode sair do estado de administração judicial em que se encontra desde outubro, quando afundou em uma crise que a fez não participar das três últimas etapas da temporada 2014 e demitir todos os funcionários de sua fábrica na Inglaterra.

Segundo fala o chefe, a Marussia está num "consideravelmente avançado estágio de conversações com um novo investidor - um investidor confiável". Dessa forma, o leilão dos carros utilizados pela escuderia em 2014 - que terão de ser colocados na pista caso o time encontre uma maneira de saldar as dívidas e entrar na temporada -, marcado para 21 de janeiro, foi cancelado.
De acordo com a empresa FRP Advisory, que está administrando juicialmente a Marussia, o cancelamento aconteceu para "permitir a continuação das discussões com um interessado". Após auditoria feita pelos administradores, a dívida da Marussia foi estimada em £ 30 milhões (cerca de R$ 119 milhões). A Ferrari, fornecedora de pneus para o time pequeno, é a maior credora, com cerca de R$ 66 milhões a receber. - Adiar o leilão nos dá mais tempo para explorar. Meu nível de confiança está bem alto -, falou Booth à rede de TV inglesa BBC. Não que o inglês ignore as complicações do projeto. Booth admitiu que um acordo será "bem complicado" ressaltando a importância que a escassez de tempo tem na situação. Para que a Marussia volte ao grid em 2015 no GP da Austrália, precisará chegar a um acordo "nas próximas semanas", de acordo com o chefe. Caso consiga a parceria, a Marussia terá de passar por mais uma barreira para colocar os carros de 2014 na pista em 2015: uma aceitação do Conselho Mundial da FIA, já que algumas especificações do carro mudaram, especialmente no que diz respeito aos bicos. No entanto, não espera-se que seja o maior empecilho que a equipe enfrentará em sua luta pela sobrevivência.De acordo com a empresa FRP Advisory, que está administrando juicialmente a Marussia, o cancelamento aconteceu para "permitir a continuação das discussões com um interessado". Após auditoria feita pelos administradores, a dívida da Marussia foi estimada em £ 30 milhões (cerca de R$ 119 milhões). A Ferrari, fornecedora de pneus para o time pequeno, é a maior credora, com cerca de R$ 66 milhões a receber. "Adiar o leilão nos dá mais tempo para explorar. Meu nível de confiança está bem alto", falou Booth à rede de TV inglesa BBC. Não que o inglês ignore as complicações do projeto. Booth admitiu que um acordo será "bem complicado" ressaltando a importância que a escassez de tempo tem na situação. Para que a Marussia volte ao grid em 2015 no GP da Austrália, precisará chegar a um acordo "nas próximas semanas", de acordo com o chefe. Caso consiga a parceria, a Marussia terá de passar por mais uma barreira para colocar os carros de 2014 na pista em 2015: uma aceitação do Conselho Mundial da FIA, já que algumas especificações do carro mudaram, especialmente no que diz respeito aos bicos. No entanto, não espera-se que seja o maior empecilho que a equipe enfrentará em sua luta pela sobrevivência.

> TAGS: Fórmula 1 Motor
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