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14/01/2017 - 13h46

Concessionária Maracanã analisa qual decisão tomar após ordem judicial

Após decisão de juíza, que obriga concessionária a reassumir a administração do Maracanã, junto a Odebrecht, e pagar multa de R$ 200 mil por dia caso a ordem não seja cumprida, o Marcanã S.A. divulgou o posicionamento das instituições envolvidas perante a situação. Em meio a argumentos, a concessionária afirma que o contrato entre a Casa Civil, o Comitê, o Maracanã e o Maracanãzinho determina que o consórcio voltaria a assumir a administração do estádio somente após a realização de todos os reparos necessários.

De acordo com o comunicado, o próprio Comitê Rio-2016 admitiu que deixou várias pendências nas instalações. O estádio foi devolvido com diversos problemas. Entre eles, destacam-se a ausência de catracas eletrônicas, falta de cadeiras nas arquibancadas, fechaduras danificadas e o gramado em más condições.

"A Concessionária que administra o Maracanã analisa qual decisão tomar frente à liminar obtida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Independentemente da decisão, a empresa reitera que só não reassumiu o Complexo Maracanã por conta das cláusulas do Termo de Autorização de Uso (TAU - em anexo), documento que disciplinou o uso do estádio e do ginásio pelo Comitê Rio 2016 durante os Jogos Olímpicos.

De acordo com o contrato firmado entre a Casa Civil e o Comitê, o Maracanã e o Maracanãzinho só deveriam sair da administração da Rio 2016 depois de feitos todos os reparos. O próprio Comitê Rio 2016 admite que deixou várias pendencias nas instalações.

Entre as pendências apontadas pela vistoria da concessionária estão: a falta de um laudo que ateste que a cobertura não tenha sofrido danos mesmo após uma carga de 189 toneladas usada pelo Rio 2016, quando o Manual de Uso da construção prevê limite de 81 toneladas; falta de cadeiras nas arquibancadas, sumiço das catracas eletrônicas, publicidade do Comitê espalhada por todo o estádio, fechaduras quebradas, lixo espalhado e gramado em más condições."

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